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Notícias

18/02/2019
EM DEFESA DA PREVIDÊNCIA E SEGURIDADE SOCIAL

Sindicato reforça a luta em defesa da previdência e seguridade social.

 
Ao longo de 2017 e 2018, as Centrais Sindicais discutiram amplamente a reforma da Previdência Social e seus impactos na vida dos brasileiros(as)  consensualmente, destacaram pontos e referências para nortear esse debate. Em cada mobilização, foram elencados eixos a serem preservados para garantir aos trabalhadores(as) uma previdência social pública, universal, sem privilégios e capaz de ampliar a proteção social, deste modo, o Sindicato dos Comerciários de Fortaleza, reforça a luta em defesa da previdência e seguridade social.  
Lembramos à categoria que a pauta da Reforma da Previdência que ficou relativamente escondido durante a campanha eleitoral de Jair Bolsonaro, voltou a tona em menos de 24 horas, após o resultado das eleições. 
A Previdência Social virou um dos principais assuntos da imprensa, tema de destaque nas falas e declarações dos atuais  membros do novo governo.
Paulo Guedes, o novo ministro da Fazenda, vem afirmando que a Reforma da Previdência é o primeiro item do tripé da nova política econômica do Brasil, uma política macroeconômica e de  amplas privatizações. 
A Previdência atualmente é idealizada como uma política conjunta de Seguridade Social, de forma solidária, onde todos(as) contribuem para garantir o bem estar dos aposentados(as) e dos mais necessitados. Se a reforma acontecer, certamente terá consequências drásticas que   fatalmente irá afetar os programas de assistência social destinados à população mais carente.
Neste contexto político, a direção do Sindicato dos Comerciários de Fortaleza vem se posicionando contrário ao projeto aqui mencionado. A maioria dos governos em especial o governo de Temer e agora de Bolsonaro, foram unânimes ao dizer que a Seguridade é deficitária.  Reafirmamos que há muita manipulação de números e dados. Muitas mentiras têm sido ditas como forma de manipulação e intimidação, ou seja, através do medo, de uma suposta "fratura exposta na economia do país", que a Seguridade Social corre grave risco, de que ela é o grande mal que atrasa o crescimento do Brasil. Porém, perguntamos: A quem mesmo interessa essa visão distorcida dos fatos? Claro, a massa empresarial e esse governo corrupto de extrema direita.
As centrais sindicais, sindicatos, os movimentos sociais e partidos de esquerda, devem unificar suas forças e pautas em torno da luta para derrotar a Reforma da Previdência. Sabemos que enfrentaremos um novo governo profundo mente autoritário, que não respeita a classe trabalhadora.   Quanto mais a nossa luta for colada em desafio, e propositadamente aumentar  o nosso sentimento de reivindicações em prol da classe  trabalhadora, mais força teremos para derrotar a repressão de velhos e novos ataques aos nossos direitos.
As eleições passaram, mas a nossa resistência continua ainda mais urgente e necessária.
Viva a luta comerciária!
 
Última atualização: 18/02/2019 às 12:38:23
 
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