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Notícias

12/07/2018
MUNDO

Ativista Malala ressalta o poder da educação e o empoderamento feminino

 

Ativista paquistanesa Malaia Yousafzai, mais jovem ganhadora do Prêmio Nobel, é símbolo de luta pelo direito das meninas à educação. Ela acredita no conhecimento como instrumento de força para uma verdadeira mudança no mundo, principalmente no que diz respeito às mulheres. De passagem pelo Brasil, a estudante de filosofia já visitou três cidades do país.

No mundo o número de crianças que estão fora da escola é de 130 milhões. No Brasil são 1,5 milhão de meninas. Com um discurso voltado para a necessidade de todas as crianças na escola, a ativista completou 21 anos em terras brasileiras, conhecendo histórias inspiradoras de meninas que vislumbram um futuro diferente.

No Brasil, o problema se acentua quando se trata das comunidades indígenas. Elas apresentam 0,5% da população, mas representam 30% dos povos que estão fora da escola ou são analfabetos. Em entrevista ao portal G1, ela de a seguinte declaração:

“O meu objetivo é sempre alcançar as áreas onde o apoio é mais necessário. É por isso que estamos no Brasil, no Nordeste, e focando nas comunidades indígenas e nas meninas afro-brasileiras, garantindo que elas também tenham oportunidades iguais às de quaisquer outras meninas para ter acesso à mesma educação”, explicou Malala.

Além da preocupação com a educação, Malala também falou sobre a importância da educação sexual, especialmente para meninas que são violentadas sexualmente por causa de seu gênero ou quando são assediadas por não receberem oportunidades iguais por causa do gênero.

Superação e Luta

Malala tem uma história de superação para contar. Em 09 de outubro de 2012, ela foi alvo de um ataque a tiros por membros do Talibã. A estudante estava em um ônibus escolar com outras meninas voltando para casa depois de mais um dia letivo, no Vale do Swat, onde morava no norte do Paquistão.

Ainda com 11 anos, Malala já escrevia com o pseudônimo Gulmakai para um blog da BBC contando as dificuldades que as meninas tinham para estudar. Para os mais radicais do grupo Talibã a educação feminina é uma afronta ao islamismo e destruíram várias escolas.

Ela foi baleada na cabeça, retirada do país com sua família e levada para tratamento no Reino Unido. A bala foi retirada do cérebro, mas, houve perda dos movimentos do lado esquerdo do rosto e a audição do ouvido esquerdo. Malala passou a morar na Inglaterra, ingressou na Universidade onde estuda filosofia, política e economia.

Fonte: Agência da Boa Notícia com informações do portal G1
Última atualização: 12/07/2018 às 17:07:41
 

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