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Artigos

25/11/2015
25 DE NOVEMBRO.

Juntas pelo fim da violência.

 


Por Ruth de Oliveira - Coordenação de Políticas para as Mulheres do Sindicato dos Comerciários de Fortaleza.


"Hoje foi o último dia em que me tocaste, hoje foi o último dia que me maltrataste, hoje eu vi a luz no fundo do túnel, hoje eu não me calei e sempre te denunciei, hoje a minha história de violência doméstica chegou ao fim, hoje a nossa história acabou, hoje eu não sou mais a vítima, hoje eu digo não a violência!"
Infelizmente esses relatos ecoam todos os dias no mundo inteiro, mulheres sufocadas pelo absurdo da violência.  Agressões que passa a ser um problema mundial que não distingue cor, classe social nem raça. Mulheres com grito preso na garganta em que pedem SOCORRO querem apenas uma chance para dizer aos seus agressores, basta de violência.


Hoje 25 de novembro o “Dia da Não Violência Contra a Mulher” é um dia mundial para denunciarmos e revelar a dimensão do problema dos feminicídios, denunciar o aumento do número de casos de mortes de mulheres por razões de gênero, pelo simples fato de ser MULHER. Chamar a atenção sobre índices e ausência de registros de assassinato de mulheres e atuar contra a impunidade. Dizer para os governantes e sociedade que a violência contra as mulheres é uma questão social e de saúde pública. Portanto, juntas GRITAMOS, BASTA DE VIOLÊNCIA!


A data de 25 de novembro de 1960 ficou conhecida mundialmente por conta do maior ato de violência cometida contra mulheres. A data escolhida 25 de novembro, para homenagear as irmãs Mirabal (Pátria, Minerva e Maria Teresa), assassinadas pela ditadura de Leônidas Trujillo na República Dominicana. As irmãs Mirabal, que lutavam por soluções para problemas sociais de seu país foram perseguidas, diversas vezes presas até serem brutalmente assassinadas.   A partir daí, 25 de novembro passa a ser uma data de grande importância, principalmente para aquelas que sofrem ou já sofreram com qualquer tipo de violência.


Eu, Ruth de Oliveira falo em nome de todas “as irmãs Miranal” de todas as Marias, Terezas, Gecinas, Antônias, Anas, Cristinas, Raimundas e de tantas outras mulheres que sofreram e sofrem com atos ou ameaças de violência. Pedimos o fim da violência. Basta de violência!


Neste dia tão significativo conclamamos aos poderes públicos que tomem providência aos casos de violência.  Não queremos ser mais uma vítima do machismo, preconceito e da tortura.  Queremos é avançar nas garantias dos direitos das mulheres, impedir retrocessos e construir uma sociedade menos violenta. Ampliar a nossa presença em espaços de poder como o Parlamento e Sindicatos.
Mulherada a nossa força também vem das ruas e os últimos fatos têm mostrado que as mulheres podem sim, juntas, influenciar a opinião pública, fomentar o debate e mudar a cultura machista. Não é fácil, acredito que nunca foi, porém, não desistiremos da lutar pela as transformações sociais e pelo fim da violência. JUNTAS PELO FIM DA VIOLÊNCIA.

 

Última atualização: 25/11/2015 às 11:50:42
 
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