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Artigos

21/01/2016
GOLPISMO

Ódio de classe das elites ataca democracia!

 
A contradição política no Brasil é uma herança maldita da elite burguesa desde que o país ainda era mantido no berço e rédia da colônia portuguesa. Aqui a cultura da oportunidade de enriquecimento “da noite para o dia” foi firmada desde que a coroa portuguesa instalou-se no país, em 1808, fugindo com mala e cuia das tropas francesas comandadas por Napoleão Bonaparte. Desde essa época a política portuguesa dos “privilégios” foi sendo naturalizada, favorecendo os ingleses que tinham seus produtos escoados no Brasil com imposto de 15%, enquanto todos os outros países do mundo pagavam 24%. Este fato prejudicou irreparavelmente a indústria no Brasil até recentemente, bem como nosso desenvolvimento social.
 
Apesar de sua potência de riquezas naturais e um PIB (Produto Interno Bruto) representado entre os 10 maiores do mundo, o Brasil, segundo relatório da ONU (Organização das Nações Unidas) publicado em 2010, está entre os três piores índices de desigualdade no mundo. Ficando atrás de países menores e com menos recursos naturais como, Haiti, Madagascar, Camarões, Tailândia e África do Sul. Esta realidade, companheiro leitor, não é algo que se muda da noite para o dia, como rezava a política do privilégio nos tempos das elites portuguesas escravocratas.
Após cerca de 13 anos com um governo focado na distribuição das riquezas, políticas sociais e política de valorização do salário mínimo, a gestão da presidenta Dilma Rousseff (PT) sofre ataques de uma elite gananciosa que só conhece a política dos privilégios. Essa burguesia fascista que não sabe dividir, que busca acumular riqueza com base na desigualdade social, na fome e miséria dos trabalhadores, é a mesma que tenta ferir a democracia brasileira enquanto responde a processos de corrupção ativa no planalto central, lugar onde deveriam representar o povo brasileiro e não os aliados políticos que os enriquecem e mantêm suas regalias.
 
A face da oposição no Brasil infelizmente revela um partido elitista, racista e conservador que se disfarça de “irmão pobre” para ir às ruas reivindicar seus direitos, mas faz isso com o sentimento de ódio de classe nas mãos, e não anda de mãos dadas com o sentimento de mobilização e construção coletiva e social. O ódio de classe busca as mudanças que atendam, de forma imediata, ao individualismo e não ao socialismo, ao bem comum entre a sociedade, de forma duradoura. Esta oposição irresponsável quer alimentar no cidadão brasileiro a idéia de que presidente é como juiz de futebol, que tem que deixar seu time na terceira partida sem resultado satisfatório. Esta é uma estratégia desesperada para fragilizar a imagem e mandato de quem governa com a aprovação e eleição democrática de milhões de brasileiros.
 
O Sindicato dos Comerciários de Fortaleza entende que a valorização do dinheiro não pode nunca ultrapassar o valor das mãos que constroem a riqueza. Portanto, reafirmamos que somos contra esse ódio de classe que a oposição elitista procura disseminar hoje no país como uma doença social. Prezamos e lutamos pela continuidade de um governo soberano, popular, com responsabilidade e igualdade social! Viva a luta dos trabalhadores e trabalhadoras!
Fonte: Victor Hudson / Jornalista - Sindicato dos Comerciários de Fortaleza
Última atualização: 17/02/2016 às 20:07:41
 

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