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Artigos

20/03/2017
HELENICE PEREIRA

Luta das mulheres trabalhadoras.

 
Por Helenice Pereira, diretora do Sindicato dos Comerciários de Fortaleza
 
O 8 de março, é mais um dia de luta das mulheres trabalhadoras. Isso porque todos os dias as mulheres travam duras batalhas por condições dignas de trabalho e igualdade de salários, oportunidades e direitos. Avançamos em certa medida, mas é preciso mais. Além de ações afirmativas é preciso comprometimento na formulação e efetivação de políticas públicas. 
 
O Dia Internacional da Mulher, o mês, contempla uma série de prioridades como: melhor qualidade do transporte público, infraestrutura da cidade (iluminação), atendimento nos hospitais, creches e escolas, criação de lavanderias comunitárias, ampliação das licenças maternidade e paternidade, a garantia da licença parental (no qual, Está definida no artigo 40º e prevê que mãe e o pai possam gozar 120 ou 150 dias consecutivos que podem ser partilhados e gozados em simultâneo após o parto). A redução da jornada de trabalho para 40 horas sem diminuição dos salários, fortalecimento de programas sociais, exemplo: médicos da família.  Essa data reflete na luta no combate ao racismo, à homofobia e defesa da Lei Maria da Penha.
 
As iniciativas citadas contribuem não apenas para a luta por direitos e oportunidades das mulheres, como também de todo o conjunto da sociedade. No entanto, para que a disputa por uma pauta comprometida com a emancipação das trabalhadoras e dos trabalhadores é necessário que o país passe por uma reforma política popular com a participação da sociedade. Isso significa ocupação dos espaços de poder, que esses lugares sejam ocupados por mulheres, indígenas e negros. 
 
A luta se amplia com o fim do financiamento privado de campanha e a defesa da democratização da comunicação, como forma de afirmar narrativas inclusas em defesa dos direitos humanos. 
Infelizmente o atualmente Congresso Nacional, composto por apenas 10% de mulheres, tem hoje, uma das bancadas mais conservadoras desde 1964, com maioria representada pelos setores oligárquicos da sociedade: latifundiários, fundamentalistas e militares. As mulheres brasileiras são maioria na população e a ocupação dos espaços de poder só se dará com participação popular e com luta por políticas públicas que promovam a igualdade. O aprofundamento da democracia brasileira exige igualdade de gênero e comprometimento com a agenda dos direitos humanos.
Seguiremos homens e mulheres de braços dados na luta pela construção de um Brasil soberano, justo, fraterno e igualitário.
REFORMA POLÍTICA JÁ!
 
Última atualização: 20/03/2017 às 11:41:19
 
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